Prevenção Rodoviária

DMTG | 09:00 | 0 comentários

Estudos efectuados demonstram que telefonar e conduzir ao mesmo tempo implica uma "carga mental" que prejudica a realização segura da tarefa da condução. Concretamente, o nosso cérebro não pode prestar a atenção necessária a duas tarefas diferentes realizadas simultaneamente.
Telefonar é uma actividade cognitiva que requer a atenção do condutor, que fica, em situação de condução, confrontado com uma dupla tarefa e quanto mais complexa for a situação de trânsito mais a comunicação telefónica interfere no bom desempenho do condutor.

As crianças são seres humanos delicados que confiam em nós, adultos, para que
cuidemos delas com toda a segurança.
E nós, adultos, será que correspondemos a essa confiança?
Até que ponto é que as protegemos devidamente quando as transportamos de carro?
Mesmo nos trajectos mais curtos, as nossas crianças devem ser SEMPRE transportadas
num sistema de retenção homologado e adequado ao seu tamanho e peso
(vulgo “cadeira”) criando deste modo condições para uma viagem segura. Tenhamos
presente que uma colisão a 50 Km/h, para uma criança que não esteja devidamente
protegida, equivale a uma queda de um terceiro andar.
Devemos explicar aos mais pequenos, desde muito cedo, a importância dos sistemas
de retenção para a sua protecção em caso de acidente. Como as crianças têm
tendência a imitar os adultos, o exemplo é fundamental – devemos utilizar SEMPRE
o nosso próprio sistema de retenção, ou seja, o cinto de segurança, quer nos
bancos da frente quer nos da retaguarda.
E lembre-se: é proibido o transporte de crianças de idade inferior a 3 anos nos
automóveis que não estejam equipados com cintos de segurança.
- Como escolher um sistema de retenção adequado aos nossos filhos?


As bebidas alcoólicas, Drogas, são das mais antigas e
consumidas em todo o mundo, sendo Portugal um dos países em que o
seu consumo, por habitante, é mais elevado. A sua ingestão não moderada, para
além das graves consequências que acarreta para a saúde, está na base de
inúmeros problemas financeiros, familiares e sociais e o seu consumo, mesmo que
não excessivo, é causa, directa ou indirecta, de inúmeros acidentes de viação de
que resultam milhares de vítimas.
Devido ao efeito que provocam em grande parte dos consumidores, as bebidas
alcoólicas são muitas vezes tidas como estimulantes que activam os processos
físicos e mentais. Mas a realidade é bem diferente: o álcool é, de facto, um
depressor que prejudica as capacidades psicofisiológicas mesmo se ingerido em
pequenas doses.


Na condução e de uma forma simples designa-se por tempo de reacção o
tempo que decorre entre a percepção (identificação) de um estímulo e o
momento em que o condutor inicia a resposta a esse estímulo, accionando o
respectivo comando do veículo.
Embora os condutores tenham a sensação de reagir instantaneamente, de
facto, entre o "ver" e o "agir" decorre, num condutor em situações e condições
normais, o tempo aproximado de 3/4 de segundo a 1 segundo. Este é o tempo
necessário para detectar o estímulo através dos sentidos (na condução o
sentido mais utilizado é a visão e depois a audição), identificá-lo, analisá-lo,
decidir qual a resposta mais adequada e o início da concretização dessa
resposta.
Vejamos no caso de um estímulo visual:
o O olho capta o estímulo;
o A informação é transmitida ao cérebro que, com recurso essencialmente à
memória, experiência e conhecimentos do condutor, a identifica, analisa,
decide e dá ordem aos músculos para agir;
o Os músculos cumprem as ordens do cérebro e dão início à acção.

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